segunda-feira, 30 de julho de 2007

Barbalha e o tesouro de José Macedo


Para um Papa do passado, nada melhor que um appetizer...

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Linha-Burra


Mais um Papa da ficção. Não sei como esqueci dessa pérola...

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Bugs Bunny (ou Pernalonga)


Mais um para o levantamento didático Papas da Ficção. Bugs Bunny é o anti-herói mais Papa dos desenhos animados e da mesma forma que Tyler Durden, seus antagonistas representam a antítese do papado. Coelho esperto, inteligente, dotado de um humor refinado e restrito... Garfield está bem próximo desse profile também, mas fica fora de nossa lista por sua preguiça excessiva, o que poderia confundir a audiência. Em tempo: Bugs Bunny (ou Pernalonga) possui um desenho em que canta e dança com um chapéu Panamá. Coincidência!?

PANAMÁ!

O chapéu panamá, além de acessório indispensável na apreciação do Turfe, Touradas, Bilhar Outdoor e Beach Truco, também pode ser utilizado no dia-a-dia do Papa.

Apesar do nome, é fabricado no Equador , especialmente em Cuenca e Monte Cristi.
Possui cor clara e pode ter vários formatos. É fabricado com a palha da planta Carludovica palmata, encontrada no Equador e em países vizinhos, e tecida em trama fechada.

Recebeu este nome porque o presidente americano Theodore Roosevelt usou-o durante uma visita ao Canal do Panamá, em 1906. Em razão disso, chapéu tornou-se moda, principalmente para homens, até a Segunda Guerra Mundial.

Abaixo, alguns Papas e seus Panamás:


Jean Reno apreciando El Matador

Moreira da Silva. Tirando onda...

Zé Carioca. Não sai de casa sem ele.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Tyler Durden


O primeiro personagem escolhido para ilustrar o papado da ficção, sem dúvida, é Tyler Durden. Isso porque Tyler – na versão Brad Pitt, é importante frisar – combate tudo que o Papa despreza e, ainda, representa de forma viceral tudo o que o Papa quer ser. Seria algo como um limite do papado (se é que isso existe).

Mas como esta não é uma apologia, gostaríamos de salientar a importância do seu alter ego. Na verdade, a versão Brad Pitt é o alter ego. Mas como esse é um blog sobre papas, invertemos os valores. Sendo assim, a versão Edward Norton de Tyler representa justamente a criptonita do Papa. Olhe em volta, analise sua vida de uma posição superior, visualise seu corpo de fora e responda honestamente à pergunta: você está mais para Tyler Durden ou está mais para Tyler Durden?

Quem é Papa?

Reparamos que muitas pessoas não conseguem entender o conceito Papa e chegamos à conclusão que talvez o problema esteja na forma de ilustrar essas figuras. Para nós, algumas pessoas são Papas naturais, inerentes à sua vontade. Mas percebos que isso fica óbvio para quem está familiarizado com o conceito, mas pode ser uma armadilha para os leigos. As pessoas têm passado, presente e futuro, o que pode fazer delas Papas sazonais e complicar o entendimento.

Enfim, sem mais delongas, vamos fazer um exercício de ilustrar o papado com personagens ilustres da ficção. Dessa forma, dentro de um universo com começo, meio e fim – como um filme, animação, livro ou o que for – esperamos facilitar o entendimento da audiência.

LWTP!


Aprendendo com o papai...

Learn With the Papa

LWTP representa um novo conceito de vida para o homem no mundo. Não se trata de gostar ou não, entender ou não, de seguir uma doutrina ou guia. LWTP é um conceito inerente a algumas pessoas.

Você não se torna um Papa. Você É um Papa.

Na verdade, os Papas vivem num estado de espírito, enxergam o mundo de um outro prisma e entendem a vida de uma maneira muito particular. O papado dos Papas vigora desde o início da humanidade, quiçá até mesmo antes dela existir. Afinal, Deus é um Papa. Seja Jacó, Maomé, Sidarta ou o pai de Jesus Cristo.

O Papa saúda a boemia clássica, a alegria, o entusiasmo, a criatividade, a música, a arte e a boa vida. O Papa sabe viver bem. O Papa sabe que viver faz bem.

Então, trappsteinbier! E vida longa aos Papas!

“Não é história, não é doutrina, não é ciência, seita ou religião. É coisa limpa. É coisa pura. Para o caminho da eterna salvação”. -- Papa Maia, o poeta do imponderável